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	<description>cr&#244;nicas et cetera</description>
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		<title>E a Quizteca sai do forno</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok. Antes tarde do que nunca. Alguns de vocês já sabem. Outros somente desconfiavam. Muitos não faziam idéia. Todos estavam ansiosos. (Alguns + Outros + Muitos + Todos = 17).
O projeto em que estou envolvido e me afastou do blog é nada mais, nada menos que a Quizteca! Sim, você certamente já viu na televisão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok. Antes tarde do que nunca. Alguns de vocês já sabem. Outros somente desconfiavam. Muitos não faziam idéia. Todos estavam ansiosos. (Alguns + Outros + Muitos + Todos = 17).</p>
<p>O projeto em que estou envolvido e me afastou do blog é nada mais, nada menos que a <a href="http://quizteca.com" target="_blank">Quizteca</a>! Sim, você certamente já viu na televisão, revistas especializadas, colunas de fofoca, redes sociais, tatuagens de fãs alucinados, microblogs, ouvido nas rádios mais badaladas, visto nos milhares de outdoors espalhados pelo país e recebido e-mails aos montes sobre este novo website, certo? Não?! Bosta! Desconfiava. Hora de mudar de agência publicitária. Enfim, se esta é a primeira vez que você vê este nome &#8211; Quizteca &#8211; permita-me dar um famigerado copy &#038; paste da seção &#8220;Sobre&#8221; do website:</p>
<p><em>A Quizteca é uma ferramenta interativa que pode ser utilizada de acordo com a criatividade de seus usuários. A forma como os desafios serão criados está toda nas mãos dos participantes: perguntas e respostas, complete a sentença, verdadeiro ou falso, charadas, questões de vestibular e simulados, ou seja, o que a imaginação permitir.</em></p>
<p>E a pergunta que eu tenho recebido é: &#8220;Mas por que diabos você resolveu fazer isso?&#8221;. A resposta é simples: &#8220;Porque sim&#8221;. Analisando tudo que já fiz nesta carreira <del datetime="2009-07-30T18:08:02+00:00">nerd</del> tecnológica, projetos web abertos para todo o público sempre me trouxeram uma satisfação maior do que os criados para o mundo corporativo selvagem. O desafio é ainda maior, pois não há um UAT (User Acceptance Teste) para todos os internautas que esbarrarão com o website e você precisa pensar artifícios que sejam intuitivos para seu público-alvo.</p>
<p>A idéia (notem que ainda não estou de acordo com as novas regras da Língua Portuguesa) deste projeto surgiu há cerca de 3 anos atrás, mas era um período difícil para se ter um projeto pessoal, devido a carga horária de 12 ou 16 horas por dia na consultoria em que trabalhava. Mudando de empresa no fim de 2008, passei a ter uma vida um pouco mais normal, tendo mais tempo para passar com a família e me dedicar a projetos pessoais.</p>
<p>Comecei com este blog. Depois uma otimização de banco de dados para um amigo. Um novo website de piadinhas (que mudará em breve&#8230;). Outro website para testar componentes de programação. E, agora, a Quizteca. Ela está completando 4 semanas no ar, exatos 314 usuários cadastrados e 18 desafios publicados. Como disse ao <a href="http://www.interney.net/" target="_blank">Edney</a> (depois falo mais sobre ele): não é um &#8220;boom&#8221; da internet brasileira, mas vejo como uma vitória pessoal muito grande. É somente o início de uma longa caminhada.</p>
<p>Este tópico inicial sobre a Quizteca eu vou encerrando por aqui. Volto com mais detalhes logo,logo. E, claro, <a href="http://quizteca.com" target="_blank">visitem a Quizteca</a> e mandem seus comentários.</p>
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		<title>O mistério está para ser revelado&#8230;</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/06/cotidiano/o-misterio-esta-para-ser-revelado/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 01:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[quizteca; desafios]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok! Alguns já sabem o porquê do afastamento do blog e outros estão apenas cogitando e jogando verde. O real motivo é o desenvolvimento de um projeto pessoal que desenhei há algum tempo. Agora que não sou mais &#8220;High Performance. Delivered.&#8221;, mas apenas &#8220;Simples Assim.&#8221; fiquei com um pouco mais de tempo livre para tarefas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok! Alguns já sabem o porquê do afastamento do blog e outros estão apenas cogitando e jogando verde. O real motivo é o desenvolvimento de um projeto pessoal que desenhei há algum tempo. Agora que não sou mais &#8220;High Performance. Delivered.&#8221;, mas apenas &#8220;Simples Assim.&#8221; fiquei com um pouco mais de tempo livre para tarefas extra-expediente.</p>
<p>Não entrarei em detalhes agora, mas já está 85% concluído. Quando estiver em 90%, falarei mais sobre esse assunto.</p>
<p><em>(Ah, sim&#8230; Claro! É um projeto web&#8230;)</em></p>
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		<title>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 5</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 14:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[abuso de cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[citi]]></category>
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		<category><![CDATA[Serasa]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, volto ao blog para mais um desabafo da série &#8220;A difícil tarefa de ser um cidadão comum&#8221;. Ontem não foi um dos dias mais felizes. Recebi a notícia de que a Credicard não reconheceu o pagamento da dívida que eu possuía, realizada no ano passado. Apesar de meu nome ter sido retirado em fevereiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, volto ao blog para mais um desabafo da série &#8220;A difícil tarefa de ser um cidadão comum&#8221;. Ontem não foi um dos dias mais felizes. Recebi a notícia de que a Credicard não reconheceu o pagamento da dívida que eu possuía, realizada no ano passado. Apesar de meu nome ter sido retirado em fevereiro deste ano (isso porque o pagamento foi em setembro do ano passado), ele voltou a figurar negativamente em março. E não mais por R$ 700,00: agora por algo em torno de R$ 2.000,00.</p>
<p>Fiquei sabendo disso após a ligação de uma nova consultoria de cobrança, a Diferencial. Parece que a Credicard não estava satisfeita com os serviços da CreditOne. Esta última, por sua vez, afirmou que o pagamento consta como realizado, mas que a Credicard solicitou novamente a cobrança. Resolvi chutar o pau da barraca! Agora não mais citarei as pessoas com nomes fictícios para este assunto. Darei nome aos bois, como dizem os antigos. Enviem o seguinte e-mail ao pessoal da Diferencial e colocando em cópia todos que já se envolveram no assunto:</p>
<p><em>Ingrid,<br />
Seguem em anexo a carta de acordo com a Credicard para pagamento desta dívida que a Diferencial está cobrando e o comprovante de pagamento, realizado em setembro de 2008. Em cópia estão todas as pessoas que se envolveram no assunto.</em></p>
<p><em>Para seu conhecimento também, segue link do processo contra a Credicard pela demora na retirada do nome da Serasa, que só foi ocorrer em fevereiro deste ano (prazo muito distante dos 5 dias úteis informados pela CreditOne) : </em><a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/consultaProcessoWeb/consultaProc.do?numProcesso=2008.001.362853-1&amp;FLAGNOME=S&amp;tipoConsulta=publica&amp;back=1"><em></em><em></em></a><a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/consultaProcessoWeb/consultaProc.do?numProcesso=2008.001.362853-1&amp;FLAGNOME=S&amp;tipoConsulta=publica&amp;back=1">http://srv85.tj.rj.gov.br/consultaProcessoWeb/consultaProc.do?numProcesso=2008.001.362853-1&amp;FLAGNOME=S&amp;tipoConsulta=publica&amp;back=1</a></p>
<p><em>Estou dando entrada hoje em outro processo, desta vez envolvendo os CNPJs do Citi, da Credicard, da CreditOne e da Diferencial, pois apesar da dívida estar paga deste setembro do ano passado, meu nome foi novamente inserido na Serasa. Desta vez com um valor ainda maior.</em></p>
<p><em>Como vocês só sabem empurrar a responsabilidade de um lado para o outro, desta vez o processo não será no Juizado Especial.</em></p>
<p><em>Muito obrigado por todos os transtornos causados, além da falta de respeito em todos os sentidos.</em></p>
<p><em>Atenciosamente,</em></p>
<p><em>Leonardo Picciani<br />
</em><a href="mailto:picciani@gmail.com"><em>picciani@gmail.com</em></a><br />
<em>+55 21 8857-0397</em></p>
<p><em>&#8212;&#8212;</em></p>
<p>O e-mail foi enviado para <a href="mailto:operacional.diferencial@uol.com.br">operacional.diferencial@uol.com.br</a>, <a href="mailto:dayana.pinheiro@creditone.com.br">dayana.pinheiro@creditone.com.br</a>, <a href="mailto:michelle.marques@creditone.com.br">michelle.marques@creditone.com.br</a>, <a href="mailto:alex.gamboa@creditone.com.br">alex.gamboa@creditone.com.br</a>, <a href="mailto:suporteportal@credicard.com.br">suporteportal@credicard.com.br</a>, <a href="mailto:relacionamentos.brasil@citi.com">relacionamentos.brasil@citi.com</a>, <a href="mailto:actraadm@citicorp.com">actraadm@citicorp.com</a>, <a href="mailto:reynaldo.gomes@citi.com">reynaldo.gomes@citi.com</a>,<br />
<a href="mailto:relacionamentos.brasil@citigroup.com">relacionamentos.brasil@citigroup.com</a>.</p>
<p>Anexos enviados pelo e-mail:</p>
<ul>
<li><a title="Carta de acordo com a Credicard" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/05/carta_de_acordo_credicard.doc" target="_blank">Carta de acordo com a Credicard</a></li>
<li><a title="Boleto enviado para pagamento" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/05/leonardo.pdf" target="_blank">Boleto enviado para pagamento</a></li>
<li><a title="Comprovante de pagamento" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/05/portalbrazilcitibankcom-cbol-servlet-svctshow.tif" target="_blank">Comprovante de pagamento</a></li>
</ul>
<p>Vamos aguardar uma resposta. Cansa esse abuso das empresas. E cansa também a lentidão da Justiça no Brasil. De qualquer forma, vou deixar de lado o &#8220;Pequenas Causas&#8221; e partir para algo maior. Vai ser mais lento, mas eu espero.</p>
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		<title>Sobre patos e porcos</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/04/blog/sobre-patos-e-porcos/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 14:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Por falar em Toinho, sua mais nova publicação é sobre a gripe suína e o recente atrito entre patos e porcos que afetou a conspiração contra nós, humanos.
Confira na Revista Zé Pereira.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por falar em Toinho, sua mais nova publicação é sobre a gripe suína e o recente atrito entre patos e porcos que afetou a conspiração contra nós, humanos.</p>
<p>Confira na <a title="Porcos com asas" href="http://www.revistazepereira.com.br/porcos-com-asas" target="_blank">Revista Zé Pereira</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O caso do ovo frito</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 13:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje de manhã, fiquei mais de 5 minutos esperando para ser atendido na lanchonete perto do trabalho. Só queria um sanduba matinal e um suco de laranja. A irritação chegou mais rápido que a atendente. Fui embora. Tive que me contentar com uns biscoitos e um Matte (com guaraná, pra dar aquele levante!).
Atendimento precário, falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje de manhã, fiquei mais de 5 minutos esperando para ser atendido na lanchonete perto do trabalho. Só queria um sanduba matinal e um suco de laranja. A irritação chegou mais rápido que a atendente. Fui embora. Tive que me contentar com uns biscoitos e um Matte (com guaraná, pra dar aquele levante!).</p>
<p>Atendimento precário, falta de educação, baixo jogo de cintura e má qualidade de serviços são itens muito comuns em restaurantes, bares e lanchonetes cariocas. A situação me fez lembrar de um episódio que aconteceu tempos atrás com o Toinho, <a title="sub-literatura" href="http://www.sub-literatura.com" target="_blank">correspondente interplanetário de Marte para a Terra</a>. Foi no restaurante Bom Galeto, no Largo do Machado.</p>
<p>Aconteceu mais ou menos assim:</p>
<p>[Toinho] &#8211; Amigo, vê lá pra mim pra viagem: um galeto, uma porção de arroz, outra de farofa e um feijãozinho.<br />
[Garçom] &#8211; Ok.<br />
[Toinho] &#8211; Tire um chopp enquanto eu espero, por favor.<br />
[Garçom] &#8211; Certo.</p>
<p><em>(garçom traz o chopp)</em></p>
<p>[Garçom] &#8211; Aqui está.<br />
[Toinho] &#8211; Opa! Beleza, obrigado.</p>
<p><em>(começa a insólita penúria)</em></p>
<p>[Toinho] &#8211; Amigo, faz favor. Pede lá pra incluir um ovo frito.<br />
[Garçom] &#8211; Ok. Só uma coisa: a nossa porção é com dois ovos fritos.<br />
[Toinho] &#8211; Não&#8230; Vai ser muito. Estou levando muita comida. Pede pra colocar um só.<br />
[Garçom] &#8211; Não vendemos apenas um. Só porção com dois.<br />
[Toinho] &#8211; Olha, eu pago os dois. Mas vou levar um só para não desperdiçar comida, ok?<br />
[Garçom] &#8211; Preciso ver com o gerente&#8230;<br />
[Toinho] &#8211; Pra fazer um ovo?!<br />
[Garçom] &#8211; Sim. Não é prática da casa.<br />
[Toinho] &#8211; Ok&#8230;</p>
<p>[Gerente] &#8211; Pois não, senhor?<br />
[Toinho] &#8211; Olha, eu só quero levar um ovo frito, mas o garçom diz que vocês só podem vender dois.<br />
[Gerente] &#8211; Exato, senhor. Temos apenas a porção com dois ovos. Não vendemos apenas um.<br />
[Toinho] &#8211; Eu pago a porção de dois ovos, mas levo um apenas, ok?<br />
[Gerente] &#8211; Não fritamos apenas um ovo.<br />
[Toinho] &#8211; Estou levando comida demais, um ovo só basta. Dois será muito. Não gosto de desperdiçar!<br />
[Gerente] &#8211; Infelizmente, são normas da casa. Não podemos.<br />
[Toinho] &#8211; Bicho, como é a frigideira que você usa pra fritar ovo?! Não dá pra colocar um só?!<br />
[Gerente] &#8211; Senhor&#8230;<br />
[Toinho] &#8211; Como é o buraco da galinha desses ovos?! Eles saem grudados?<br />
[Gerente] &#8211; O senhor precisa entender&#8230;<br />
[Toinho] &#8211; Faz o seguinte: suspende tudo. Toma aqui o dinheiro do chopp.</p>
<p>E lá se foi mais um cliente muito satisfeito com o atendimento de um restaurante carioca.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Coisas que você ouve em Ipanema</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 12:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[cavalheirismo]]></category>
		<category><![CDATA[creu]]></category>
		<category><![CDATA[gari]]></category>
		<category><![CDATA[Ipanema]]></category>
		<category><![CDATA[mulata]]></category>
		<category><![CDATA[romantismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses atravessa a Praça General Osório para ir ao trabalho, em Ipanema. Alguns metros a minha frente, estava uma mulata voluptuosa, uma verdadeira Raimunda. Devia estar usando roupas emprestadas de sua filha ou suas de outra época, pois o manequim estava números abaixo do ideal. Passamos por dois garis que limpavam a sujeirada deixada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses atravessa a Praça General Osório para ir ao trabalho, em Ipanema. Alguns metros a minha frente, estava uma mulata voluptuosa, uma verdadeira Raimunda. Devia estar usando roupas emprestadas de sua filha ou suas de outra época, pois o manequim estava números abaixo do ideal. Passamos por dois garis que limpavam a sujeirada deixada pela &#8220;tão sonhada&#8221; obra da nova estação do Metrô.</p>
<p>Quando nossa amiga Raimunda passou pela dupla, a limpeza foi instantaneamente cessada e teve início um &#8220;diálogo&#8221; mais ou menos como transcrito abaixo:</p>
<p><em>(Enquanto a mulata passava pelos dois)</em></p>
<p>[Gari 1] &#8211; Nuooossaaaaa! Quê êsso, filé?<br />
[Gari 2] &#8211; Ô, neném! Largava tudo pra ficá cuntigu!</p>
<p><em>(Após a mulata já ter se distanciado)</em></p>
<p>[Gari 1] &#8211; Carai, leque! Que pressão no popô!<br />
[Gari 2] &#8211; Pô! Destruia ela todinha!<br />
[Gari 1] &#8211; Ah, fácil, fácil! Partia ao meio!<br />
[Gari 2] &#8211; Créu! Créu! Créu! Créu!</p>
<p>Cavalheirismo e romantismo não estão fora de moda. Só foram adaptados para a cultura atual.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ora bolas, cadê os tópicos?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 14:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é&#8230; Logo voltarão. Estou com o foco em um outro projeto pessoal que tem consumido o já escasso tempo livre que tenho. Mas logo novas atualizações estarão por aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é&#8230; Logo voltarão. Estou com o foco em um outro projeto pessoal que tem consumido o já escasso tempo livre que tenho. Mas logo novas atualizações estarão por aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reflexão para o início da semana</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 13:52:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O grande problema do cara que se veste de amarelo onde todos se vestem de preto é que ele se veste de amarelo onde todos se vestem de preto.&#8221;
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;O grande problema do cara que se veste de amarelo onde todos se vestem de preto é que ele se veste de amarelo onde todos se vestem de preto.&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Manchetes 1º de abril</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/04/cotidiano/manchetes-1-de-abril/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 15:19:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[1 de abril]]></category>
		<category><![CDATA[mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[noticias falsas]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro de abril]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Governo lança novo teto para qualquer cargo político: R$ 8.000,00&#8243;
&#8220;Alíquota máxima de imposto de renda cai para 6% no Brasil&#8221;
&#8220;Pelo menos metade dos ministérios será extinta até julho&#8221;
&#8220;Sistema brasileiro de educação será utilizado em países europeus&#8221;
&#8220;Emissoras de TV aberta multadas por exibirem conteúdos de baixa qualidade&#8221;
&#8220;Obina, recém-contratado pelo Milan, garante vaga na Seleção Brasileira&#8221;
&#8220;Redução de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Governo lança novo teto para qualquer cargo político: R$ 8.000,00&#8243;</em></p>
<p><em>&#8220;Alíquota máxima de imposto de renda cai para 6% no Brasil&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Pelo menos metade dos ministérios será extinta até julho&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Sistema brasileiro de educação será utilizado em países europeus&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Emissoras de TV aberta multadas por exibirem conteúdos de baixa qualidade&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Obina, recém-contratado pelo Milan, garante vaga na Seleção Brasileira&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Redução de deputados federais para 50 eleva o número de horas extras em 12%&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Lula pede desculpas ao povo brasileiro e abandona presidência&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Ronaldo, 25 quilos mais magro, é artilheiro do Paulistão&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Índice de analfabetismo deve chegar a zero até o fim do ano&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Carros populares a R$ 3.800,00 chegam ao mercado&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Gisele Bündchen e Juliana Paes juntas na Playboy deste mês&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Trem bala que liga 12 estados brasileiros começa a operar amanhã&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Vasco da Gama de volta à Primeira Divisão&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;3G chega a 99% das regiões do país&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Desemprego em queda livre&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Novo conceito de presídio: entra marginal, sai profissional qualificado&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Brasil ganha prêmio da ONU por extingüir população de rua&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Salário mínimo será de R$ 1.600,00 a partir do próximo mês&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Mundo comemora a destruição de todas as armas nucleares&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Buraco na camada de ozônio começa a fechar&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Carro elétrico pronto para ser comercializado&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Hospitais públicos planejando o que fazer com a falta de doentes&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Motoristas comemoram fim do IPVA&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Com a redução da violência, policiais ajudam em trabalhos comunitários&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Cientistas descobrem que cerveja com bolinho de bacalhau faz bem ao coração&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Mesmo com 9 jogadores na Seleção Brasileira, Vasco goleia Flamengo na Copa do Brasil&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Top 10 Bisonhices de TI</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/tecnologia/top-10-bisonhices-de-ti/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bisonhas]]></category>
		<category><![CDATA[bizarras]]></category>
		<category><![CDATA[estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses, estava bebericando com amigos nerds de TI. Começamos a falar de coisas bisonhas e inusitadas que já presenciamos no dia a dia, ao longo de nossas carreiras. Resolvi fazer uma lista das &#8220;Top 10&#8243;.
And the Oscar goes to&#8230;

Estagiário com mania de perseguição que tentou se matar após dois dias de trabalho apenas.
Somelier com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses, estava bebericando com amigos nerds de TI. Começamos a falar de coisas bisonhas e inusitadas que já presenciamos no dia a dia, ao longo de nossas carreiras. Resolvi fazer uma lista das &#8220;Top 10&#8243;.</p>
<p>And the Oscar goes to&#8230;</p>
<ul>
<li>Estagiário com mania de perseguição que tentou se matar após dois dias de trabalho apenas.</li>
<li>Somelier com Pós-Graduação em Letras atuando como Gerente de TI.</li>
<li>Cronograma de implantação que nunca atrasa: quando se aproxima a data de alguma entrega, é realizado um replanejamento.</li>
<li>Gerente de Projetos que se gaba do tamanho de seus toletes fecais para toda a equipe.</li>
<li>Estagiário promíscuo que só pensa em sexo com mulheres casadas e sofridas.</li>
<li>Gerente de TI com narcolepsia que dorme em diálogos, mesmo sendo o interlocutor.</li>
<li>Términos de namoros e casamentos para não perder uma promoção.</li>
<li>Intimidação de estagiários para conseguir que estes trabalhem 12 horas por dia e fins de semana.</li>
<li>Instrutor de programação básica que se masturbava no intervalo das aulas. Na sala.</li>
<li>Reunião onde as pessoas ficam agachadas em volta de uma fogueira imaginária, esquentando as mãos.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Não basta ser pai&#8230;</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/nao-basta-ser-pai/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 00:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[roda]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste último fim de semana, minha diminuta filha colava adesivos do Pooh em seu tapetinho de borracha. Organizou os adesivos de forma que estes formassem um círculo. Um círculo perfeito, diga-se de passagem. Perguntei o que era aquilo e ela respondeu, cheia de orgulho:
- É a roda, papai. Da escola.
Ela adora simular a roda da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste último fim de semana, minha diminuta filha colava adesivos do Pooh em seu tapetinho de borracha. Organizou os adesivos de forma que estes formassem um círculo. Um círculo perfeito, diga-se de passagem. Perguntei o que era aquilo e ela respondeu, cheia de orgulho:</p>
<p><em>- É a roda, papai. Da escola.</em></p>
<p>Ela adora simular a roda da escola em casa, ora com bonecas, ora com adesivos, ora com objetos variados sem associação alguma. Usou todos os adesivos de uma cartela para fazer aquela roda perfeita.</p>
<p>Depois da roda pronta, catou mais uma cartela com adesivos do Pooh. E um louco diálogo começou&#8230;</p>
<p>[Papai] &#8211; É a roda, filha?</p>
<p>[Diminuta] &#8211; Num tem.</p>
<p>[Papai] &#8211; Ah, não tem?</p>
<p>[Diminuta] &#8211; Não. Num tem.</p>
<p>[Papai] &#8211; Não tem?</p>
<p>[Diminuta] &#8211; Papai, não. Num tem.</p>
<p>[Papai] &#8211; Num tem o quê?</p>
<p>[Diminuta] &#8211; Tem.</p>
<p>[Papai] &#8211; Tem ou não tem? Não tem a roda?</p>
<p>[Diminuta] &#8211; Não.</p>
<p>[Papai] &#8211; O que tem, então?</p>
<p>[Diminuta] &#8211; Tem.</p>
<p>Foi quando prestei mais atenção na organização dos adesivos da segunda cartela: um atrás do outro. E ajudou uma parte da musiquinha que ela cantarolava baixinho:</p>
<p><em>- &#8230; não precisa empurrar&#8230;</em></p>
<p>Ficou fácil:</p>
<p>[Papai] &#8211; Eles estão no trem, filha?</p>
<p>[Diminuta] &#8211; Sim. Num tem.</p>
<p>Acredito que por diversas vezes passou pela cabecinha dela que o pai é um tapado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lula. Ah, o Lula.</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 00:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Obrama]]></category>
		<category><![CDATA[Príncipe Chaves]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de deixar algumas perguntas sobre o famigerado presidente Lula no ar. É simples registro. Só para meu pessoal descarrego de consciência.
São elas:

O Lula não possui uma assessoria de comunicação ou imprensa que o direcione melhor para os momentos de eloqüência verbal pública?
Estes momentos têm sido tatuados na história do Brasil por espontânea criatividade ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de deixar algumas perguntas sobre o famigerado presidente Lula no ar. É simples registro. Só para meu pessoal <em>descarrego </em>de consciência.</p>
<p>São elas:</p>
<ul>
<li>O Lula não possui uma assessoria de comunicação ou imprensa que o direcione melhor para os momentos de eloqüência verbal pública?</li>
<li>Estes momentos têm sido tatuados na história do Brasil por espontânea criatividade ou pela manhã, ao acordar ao lado de sua companheira, nosso estimado líder anota suas melhores idéias sussurradas em sonhos libertinos?</li>
<li>Inácio não possui amigos? Não há ninguém por perto para dar &#8220;um toque&#8221;, como dizem por aí? Será que <em>Obrama</em> ou <em>Príncipe Chaves</em> não fariam este favor?</li>
</ul>
<p>Bom, são perguntas simples. Se alguém souber responder&#8230; por favor, fique à vontade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O caqui</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 02:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[aipim]]></category>
		<category><![CDATA[Bar Bigode]]></category>
		<category><![CDATA[Botafogo]]></category>
		<category><![CDATA[caqui]]></category>
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		<category><![CDATA[polícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de chegar de uma prévia de comemoração do aniversário de um amigo. O local escolhido foi o Bigode, bar ao lado do shopping Rio Sul, em Botafogo. Cerveja gelada. Aipim frito oleosamente suculento. Deliciosos pastéis deformados de sabores genéricos e cheiros idem. Gurjão de peixe, sendo alguns avermelhados. Acreditamos até a última mordida ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de chegar de uma prévia de comemoração do aniversário de um amigo. O local escolhido foi o Bigode, bar ao lado do shopping Rio Sul, em Botafogo. Cerveja gelada. Aipim frito oleosamente suculento. Deliciosos pastéis deformados de sabores genéricos e cheiros idem. Gurjão de peixe, sendo alguns avermelhados. Acreditamos até a última mordida ser salmão. Bolinho de bacalhau frito no óleo frango à passarinho. Talvez óleo diesel, não sei. Resumindo: uma noite perfeita.</p>
<p>Até que atiraram um caqui. Um caqui. Sim, repito: um caqui. De novo? Caqui. A mistura de Antartica, Bohemia e Skol transformaram a cena em uma comédia pastelão. Nos 10 minutos seguintes, com a explosão da fruta na mesa, foi possível apenas uma coisa: rir. Ninguém conseguiu ficar apreensivo pensando qual seria a próxima fruta ou próximo objeto. Pensamos em ligar para a polícia. Interfonar para o prédio. Mas era um caqui. Por que um caqui? As pessoas mal compram caqui para comer, que dirá atentar contra a vida alheia!</p>
<p>Somando as experiências individuais com o tipo de situação, já havíamos visto todos os tipos de ataque: garrafas pet, côcos, balões d&#8217;água, sacos plásticos cheios de mijo, gatos, estagiários, sogras, cunhados, camisas do Fluminense encardidas, Bíblias, Dip n&#8217; Lik chupados, Fandangos fora da validade, calendário da Pamela Anderson, papel higiênico molhado, tomates, cueca com freada, preservativos <span style="text-decoration: line-through;">com </span><span style="text-decoration: line-through;">gosminha</span> recheados, ovos podres, ovos cozidos, ovos fritos, ovos mexidos, ovos simplesmente, Playmobil, lembranças da circuncisão, fronhas babadas, rabanadas, Serenata de Amor mordido, tampinha de Mineirinho, fraldas sujas (infantis e geriátricas), perucas Lady, pedaços de unha roída, <span style="text-decoration: line-through;">pentelhos</span> pêlos pubianos presos com fita adesiva&#8230; Enfim, apesar de toda a gama exótica e eclética de ataques presenciados, o caqui era novidade para todos os presentes.</p>
<p>O <a title="Pato-Ganso-Marreco do Bar Bigode" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/03/26032009001.jpg" target="_blank">pato-ganso-marreco</a> do jardim do Bigode não sabia se ria ou se escondia mais pela mata, temendo por sua integridade física. Mas ele também caiu na real. Um caqui. Estava sendo ameaçado por caquis. Um dos integrantes da comemoração do anversário, um exótico cidadão italvense,  jura ter sido atingido também por um limão. Mas como já estava bebendo desde cedo &#8211; inclusive no trabalho &#8211; perdeu um pouco de crédito. Terroristas de caqui são raros. De limão então, nem se fala!</p>
<p>Tentei rapidamente localizar o terrorista caquizeiro. Utilizando meu fenomenal celular <a title="Nokia E63" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/03/e63.jpg" target="_blank">Nokia E63</a> (aconselho, bom produto&#8230; só a câmera que é uma <span style="text-decoration: line-through;">merda</span> joça!), consegui bater uma <a title="Terrorista Caquizeiro do Bigode" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/03/26032009.jpg" target="_blank">foto do maldito</a>. Enviarei ao Globo Online para tornar público o perigo que ronda os <span style="text-decoration: line-through;">bebuns</span> clientes do bar Bigode. Armazenada a foto como prova, abandonamos a mesa e escolhemos ficar confortavelmente de pé, recostados no murinho. Voltamos a sentar quando vagou uma mesa, protegida de selvagens ataques frutíferos pela estratégica marquise do bar.</p>
<p>Como não aconteceram mais ataques, não ligamos para a eficiente e sempre alerta polícia fluminense. Mas deixo aqui o alerta: cuidado com <a title="Terrorista Caquizeiro do Bigode" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/03/26032009.jpg" target="_blank">este morador do prédio em cima do Bigode</a>. Ele é suspeito de diversos ataques violentos aos frequentadores do térreo.</p>
<p>A noite ainda fechou com chave de ouro com as lamúrias do taxista que não aguenta mais a esposa sem a ajuda de um Viagra 50mg&#8230; Mas isso eu deixo pra outro tópico. Hora de tomar banho, limpar a sujeira de caqui e dormir.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E a migração de dados na Bobbles Tech&#8230;</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/tecnologia/e-a-migracao-de-dados-na-bobbles-tech/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 02:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[analista]]></category>
		<category><![CDATA[Bobbles Tech]]></category>
		<category><![CDATA[gerente]]></category>
		<category><![CDATA[janela de execução]]></category>
		<category><![CDATA[migração de dados]]></category>

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		<description><![CDATA[[Gerente] O relatório inicial estava errado. Não são 7 milhões de registros pra migrar pro novo ambiente.
[Analista] Quantos são?
[Gerente] 18 milhões.
[Analista] Ok. É só aumentar a janela de execução.
[Gerente] Não dá. Como foi erro de dimensionamento nosso, precisamos encaixar estes registros na janela que temos.
[Analista] Impossível. Temos 7 dias de janela e conseguimos processar 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Gerente] O relatório inicial estava errado. Não são 7 milhões de registros pra migrar pro novo ambiente.</p>
<p>[Analista] Quantos são?</p>
<p>[Gerente] 18 milhões.</p>
<p>[Analista] Ok. É só aumentar a janela de execução.</p>
<p>[Gerente] Não dá. Como foi erro de dimensionamento nosso, precisamos encaixar estes registros na janela que temos.</p>
<p>[Analista] Impossível. Temos 7 dias de janela e conseguimos processar 1 milhão de registros por dia.</p>
<p>[Gerente] Eu sei. Mas não podemos voltar atrás.</p>
<p>[Analista] De novo: temos 7 dias para processar os 7 milhões, sendo que só conseguimos colocar na nova base 1 milhão por dia.</p>
<p>[Gerente] Entendi isso. Mas já nos comprometemos. Não podemos voltar atrás. Vamos pensar em como encaixar esses registros&#8230;</p>
<p>[Analista] Olha só: 7 multiplicados por 1 milhão dá 7 milhões. É nosso limite. Precisamos de 18 dias para o novo volume. Qual o problema em explicar isso para o cliente?</p>
<p>[Gerente] Vai pegar mal para nossa imagem&#8230;</p>
<p>[Analista] Olha, vai pegar mal para nossa imagem falarmos no sétimo dia que processamos somente 7 milhões de registros, em caso do sétimo dia ser o último!</p>
<p>[Gerente] Entendi. E te dou razão. Mas temos que fazer. Nem que fiquemos aqui 24 horas por dia.</p>
<p>[Analista] O processo é automatizado. Depois de iniciado não há nada que possamos fazer aqui&#8230;</p>
<p>[Gerente] Não importa. Vamos executar tudo em 7 dias.</p>
<p>[Analista] Ok.</p>
<p>[Gerente] Ok? Então, é possível?</p>
<p>[Analista] Não.</p>
<p>[Gerente] Você disse &#8220;ok&#8221;.</p>
<p>[Analista] Porque você afirmou que executaríamos tudo em 7 dias. Eu sou analista e você, gerente. Deve saber de algo que eu não saiba&#8230;</p>
<p>[Gerente] Eu não sei de nada que você não saiba! Só preciso que você diga se isso é possível ou não!</p>
<p>[Analista] Olha, eu já disse que não&#8230;</p>
<p>[Gerente] Mas isso eu preciso que você diga que é possível! Meu emprego pode depender disso!</p>
<p>[Analista] Nossa&#8230; Não sabia.</p>
<p>[Gerente] Pois é. Preciso entrar numa conferência e dizer que isso é possível. Me diga que é possível!</p>
<p>[Analista] Ok. É possível.</p>
<p>[Gerente] Obrigado!</p>
<p><em><strong>Após a conferência&#8230;</strong></em></p>
<p>[Gerente] Ufa&#8230; Foi briga de foice! Mas ficaram contentes ao saber que é possível migrar os 18 milhões de registros na janela de 7 dias. É possível mesmo, né?</p>
<p>[Analista] Não.</p>
<p>[Gerente] <span style="text-decoration: line-through;">Porra</span> Droga! Você falou que era! O que deu em você?</p>
<p>[Analista] Você disse que seu emprego dependia que eu dizesse que isso era possível, para que você falasse na conferência&#8230;</p>
<p>[Gerente] Sim, mas tinha que ser possível de verdade, não somente para a conferência!</p>
<p>[Analista] Eu já tinha dito que não dava&#8230;</p>
<p>[Gerente] <span style="text-decoration: line-through;">Porra</span> Droga! Não adiantou nada falar isso na conferência! O que eu ganhei com isso?</p>
<p>[Analista] 7 dias pra atualizar o currículo&#8230;</p>
<p>[Gerente] Num <span style="text-decoration: line-through;">fode</span> enche!</p>
<p>[Analista] Sabia que, na Catho, por 7 dias, você pode deixar seu currí&#8230;</p>
<p>[Gerente] Vai se <span style="text-decoration: line-through;">fuder</span> ferrar! Seu <span style="text-decoration: line-through;">merda</span> imbecil!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Blog no Yoomp</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/blog/blog-no-yoomp/</link>
		<comments>http://picciani.com.br/2009/03/blog/blog-no-yoomp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 18:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogueiros]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[Yoomp]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog inserido no  Yoomp, a rede social dos blogueiros.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blog inserido no  <a title="Yoomp - A rede social dos blogueiros." rel="999adfe23d3bda876af50397a462f7d8-7f685e0b279fdef861ee354d2fdf7bed" href="http://www.yoomp.com" target="_blank">Yoomp</a>, a rede social dos blogueiros.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 4</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-4/</link>
		<comments>http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-4/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 14:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[adevogado]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuação do tópico A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 3
[Dramatização em terceira pessoa com crise de identidade e excesso de imaginação]
Pois bem. Dia 19 foi ontem. A grande batalha. Davi e Golias. O embate esperado desde novembro de 2008. Expectativas que deixou o pequeno Davi sem dormir na véspera do encontro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Continuação do tópico </em><a title="A difícil tarefa de ser um cidadão comum - parte 3" href="http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-3/" target="_blank"><em>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 3</em></a></p>
<p><strong>[Dramatização em terceira pessoa com crise de identidade e excesso de imaginação]</strong></p>
<p><em>Pois bem. Dia 19 foi ontem. A grande batalha. Davi e Golias. O embate esperado desde novembro de 2008. Expectativas que deixou o pequeno Davi sem dormir na véspera do encontro. Ao meio-dia, a luta teria início. Meia hora antes, Davi, cidadão comum, já estava sentado esperando no 4º Juizado Especial Cível, no Catete. Olhava para todos os engravatados tentando descobrir qual daqueles seres suantes seria o defensor de Golias Credicard. O calor naquele lugar aumentava ainda mais a ansiedade. Davi desviava o olhar sempre que era fitado por um possível &#8220;adevogado&#8221;. Espionava de rabo de olho. Descartava os que mais estavam suados e usando ternos baratos, mal cortados e amassados. Golias não enviaria um sujeito daqueles. Dos 30 possíveis, sobraram 3. 2 homens e 1 mulher. Deveria ser ela. Golias Credicard é um maroto sagaz. Provavelmente estudou o perfil de Davi para compreender que tipo feminino o agradaria. Isso facilitaria as coisas. Mas nosso cidadão comum estava firme. Não iria perder o foco nem por aquela defensora das forças do mal travestida de mulher interessante e fogosa.</em></p>
<p><em>Meio-dia. O auto-falante ainda anunciava os duelos marcados para 11 da manhã. Atrasados. Davi calculou que ainda levaria cerca de 1 hora para o banho de sangue. Foi ao banheiro. Fétido. Sem papel. Tábua quebrada. Torneira pingando. Decidiu que não mais colocaria seus temores para fora. Faria um esforço para guardá-los dentro de si. Pelo menos até o fim do duelo. O auto-falante anunciou a matança de mais um cidadão comum. Josualdo entrou suando no box 4 com uma pilha de papéis. Com ele, a fogosa defensora que Davi pensou que confrontaria. Ela não estava a serviço de Golias Credicard. Trabalhava para Judas Telefônica. De certa forma um alívio tomou conta de Davi. Afinal, os arautos de Golias poderiam não saber nada sobre ele.</em></p>
<p><em>Descartou também os 2 homens suspeitos de estarem ali por sua causa quando estes entraram em boxes para duelar a favor da Medusa Tim e Minotauro Renner. Um certo desespero veio à tona. Não sabia mais a localização de possíveis inimigos. A azeda sensação piorou quando a franzina conciliadora anunciou que a batalha teria início. Davi levantou. Trêmulo, suado e nervosamente flatulento. Entrou no box. Sentou-se. A conciliadora perguntou por Golias Credicard. Davi, gaguejando, respondeu que não sabia. Foi instruído a esperar. Chamaria pelo auto-falante. O fez por duas vezes. Por duas vezes Davi sentiu o mundo em câmera lenta. Os sons do cotidiano agora estavam muito longe, além de abafados. A conciliadora tentava falar algo com Davi. Ele não ouvia. Tentou por 3 vezes. Até bateu palmas e ele despertou. Tentava dizer que Golias Credicard não apareceu.</em></p>
<p><em>Davi ficou aliviado. Mas por pouco tempo. Se Golias não apareceu, sua situação não poderia ser resolvida. E sem resolver sua situação, sua vida continuaria de cabeça para baixo. Mesmo sendo um duelo injusto, em algum momento isto deverá acontecer ou Davi, cidadão comum, continuará a ter seu rosto estampado em cartazes de &#8220;procurado&#8221;, colados por todos os lugares pela famigerada legionária Serasa.</em></p>
<p><em>Perguntada sobre o porquê de Golias Credicard não ter aparecido, a conciliadora explicou que a correspondência enviada não teve aviso de recebimento. Pode ter sido um problema com os Correios ou com o endereço do gigante duelista. Davi sabia bem o que se passava. Já imaginava o pobre carteiro que teve o azar de entregar insultante correspondência a tão perigosa figura. Provavelmente estaria acorrentado com uma coleira no porão do esconderijo de Golias. Mãos cortadas. Pés queimados. Pobre alma. Davi enchou o peito de coragem e perguntou quando seria o novo duelo. A conciliadora, vendo chamas ensangüentadas nos olhos do cidadão comum, olhou os pergaminhos de seu sistema. Dia 24 de julho de 2009. Golias Credicard havia ganho mais de 3 meses para arquitetar sua estratégia de evitar a pederneira de Davi.</em></p>
<p><em>O cidadão comum, Davi, guardou suas pedrinhas na bolsa e foi embora, agradecendo pelos 3 meses a mais de sobrevida.</em></p>
<p><em></em></p>
<p><em><strong>continua&#8230;</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O blog quebrou!</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/blog/o-blog-quebrou/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 21:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[emergência]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog quebrou. A barra lateral não está mais aparecendo onde deveria. Somente quando estamos visualizando um tópico em específico. Na home-page está com tilt&#8230;
Deve ser algum hacker peemedebista.
Caso alguém saiba como resolver, entre em contato URGENTE!
Obrigado.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog quebrou. A barra lateral não está mais aparecendo onde deveria. Somente quando estamos visualizando um tópico em específico. Na home-page está com tilt&#8230;</p>
<p>Deve ser algum hacker peemedebista.</p>
<p>Caso alguém saiba como resolver, entre em contato <strong>URGENTE</strong>!</p>
<p>Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Leis americanas inusitadas</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/politica/leis-americanas-inusitadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 20:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[inusitadas]]></category>
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		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[leis americanas]]></category>

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		<description><![CDATA[Navegando pela internet achei um site com leis muito inusitadas. Selecionei algumas bem interessantes:

Em São Francisco, é ilegal limpar o carro utilizando roupa íntima usada.
Na Flórida, é ilegal usar roupa de banho/mergulho enquanto se canta em local público.
Em Denver, no Colorado, é ilegal emprestar o aspirador de pó aos vizinhos.
No Maine, é ilegal pegar lagostas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Navegando pela internet achei um site com leis muito inusitadas. Selecionei algumas bem interessantes:</p>
<ul>
<li>Em São Francisco, é ilegal limpar o carro utilizando roupa íntima usada.</li>
<li>Na Flórida, é ilegal usar roupa de banho/mergulho enquanto se canta em local público.</li>
<li>Em Denver, no Colorado, é ilegal emprestar o aspirador de pó aos vizinhos.</li>
<li>No Maine, é ilegal pegar lagostas com as mãos nuas.</li>
<li>Detonar dispositivos nucleares na cidade de Chico, Califórnia, pode acarretar numa multa de US$ 500,00.</li>
<li>Em Arcadia, pavões têm o direito de atravessar qualquer rua, inclusive rodovias movimentadas.</li>
<li>É contra a lei tomar sorvetes nas calçadas de Carmel.</li>
<li>Em Cleveland, Ohio, é ilegal pegar um rato sem licença de caça.</li>
<li>Apenas bebês possuem permissão para andar em carrinhos dentro de&#8230; bebês, em West Virginia.</li>
<li>Em Los Angeles, é ilegal dar banho em dois bebês na mesma banheira ao mesmo tempo.</li>
<li>Em Santa Mônica, é ilegal tocar instrumentos de percussão na praia.</li>
<li>Sexo sem camisinha é considerado ilegal em Nevada.</li>
<li>Em Carmel, o uso de salto alto por mulheres é proibido por lei.</li>
<li>Não é permitida a circulação de pessoas consideradas feias em São Francisco.</li>
<li>Em Utah, é ilegal realizar juramentos na presença de uma pessoa morta.</li>
<li>Caso uma pessoa fique cara a cara com uma vaca no Kentucky, ela deve remover seu chapéu, caso esteja usando um.</li>
<li>É contra as leis de Oklahoma pescar embriagado.</li>
<li>Em Quitman, na Geórgia, é contra a lei uma galinha atravessar a rua.</li>
<li>Em Blythe, na California, você só está permitido a usar botas de vaqueiro caso possua, no mínimo, duas vacas.</li>
<li>É necessário carteira de motorista para andar de skate na Flórida.</li>
<li>Em Nebraska, arrotar ou espirrar em igrejas é contra a lei.</li>
<li>No Alabama, é contra a lei jogar dominó aos domingos.</li>
<li>No Alaska, é crime acordar um urso com o propósito de fotografá-lo. Mas não há problemas em atirar neles. Mesmo dormindo.</li>
<li>Alces são proibidos de fazerem sexo nas ruas de Fairbanks, no Alaska.</li>
</ul>
<p>Vou dar uma vasculhada na rede para descobrir se todas são reais de fato.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Clodovil: fresco sim, louco não</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/politica/clodovil-fresco-sim-louco-nao/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 02:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Clodovil]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Emenda]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coisa interessante sobre a atuação política de Clodovil que só descobri após sua morte: ele protocolou, em 2008, uma PEC &#8211; Proposta de Emenda Constitucional &#8211; na Mesa da Câmara para a redução do número de deputados a menos que a metade. Seria uma mudança de 513 para 250 membros. O deputado alegou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa interessante sobre a atuação política de Clodovil que só descobri após sua morte: ele protocolou, em 2008, uma PEC &#8211; Proposta de Emenda Constitucional &#8211; na Mesa da Câmara para a redução do número de deputados a menos que a metade. Seria uma mudança de <strong>513</strong> para <strong>250</strong> membros. O deputado alegou que além da diminuição de gastos públicos, haveria também um impacto positivo na redução do nível de corrupção no governo.</p>
<p>Mas, como sempre acontece no Brasil, as minorias &#8211; em todos os sentidos &#8211; não têm vez e a proposta foi engavetada, claro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Clô, adeus.</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/politica/clo-adeus/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 02:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Clô]]></category>
		<category><![CDATA[Clodovil]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<category><![CDATA[Globo.com]]></category>
		<category><![CDATA[morte de Clodovil]]></category>

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		<description><![CDATA[Em respeito à morte do deputado Clodovil Hernandes, vítima de um AVC, este blog não publicará nenhum tópico no dia de hoje, 17 de março de 2009. A notícia deixou o Brasil bege e o mundo político serelepemente triste.
Transcrevo uma resumida biografia de Clô, extraída do G1, da Globo.com:
Nascido em 17 de junho de 1937, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em respeito à morte do deputado Clodovil Hernandes, vítima de um AVC, este blog não publicará nenhum tópico no dia de hoje, 17 de março de 2009. A notícia deixou o Brasil bege e o mundo político serelepemente triste.</p>
<p>Transcrevo uma resumida biografia de Clô, extraída do G1, da <a title="Globo.com - Absolutamente tudo sobre esportes, notícias, entretenimento e vídeos" href="http://www.globo.com/" target="_blank">Globo.com</a>:</p>
<p><em>Nascido em 17 de junho de 1937, em Elisário, cidade a 402 km de São Paulo, Clodovil foi adotado por um casal de origem espanhola, Domingos Hernandes e Izabel Sanches Hernandes. Não conheceu seus pais verdadeiros e estudou em colégio interno. Homossexual assumido, não casou e nem teve filhos.</em></p>
<p><em>Estilista de alta costura, ator, cantor, apresentador de TV e professor primário, Clodovil iniciou a carreira política quando se filiou ao PTC, em 2005. Em 2006, foi eleito deputado federal com 493.951 votos, terceira maior votação do estado de São Paulo. Seu mandato iria até 2011.</em></p>
<p><em>Antes de ingressar na política, Clodovil foi professor primário, fez teatro, construiu longa carreira na televisão e foi estilista de sucesso.</em></p>
<p><em>Um de seus primeiros trabalhos na televisão foi no início da década de 80, quando apresentou o &#8220;TV Mulher&#8221;, da TV Globo, voltado para o público feminino. Na época, dava dicas de moda e desenhava modelos ao vivo. Ele dividiu o cenário com a jornalista Marília Gabriela e com a sexóloga Marta Suplicy, que também ainda não tinha entrado para a política.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 3</title>
		<link>http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 18:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Citibank]]></category>
		<category><![CDATA[Credicard]]></category>
		<category><![CDATA[Credicard Citi]]></category>
		<category><![CDATA[CreditOne]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Juizado de Pequenas Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Juizado Especial Cível]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[protocolo]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação do tópico A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 2
Foi quando em agosto de 2008 a simpática Suzana (nome fictício) entrou em contato. Perguntou como gostaria de pagar o valor de R$ 2.845,26. Expliquei a ela que o valor devido era de R$ 660,00 e não pagaria aquele valor cobrado. Poderia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Continuação do tópico </em><a title="A difícil tarefa de ser um cidadão comum - parte 2" href="http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-2/" target="_blank"><em>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 2</em></a></p>
<p>Foi quando em agosto de 2008 a simpática Suzana (nome fictício) entrou em contato. Perguntou como gostaria de pagar o valor de R$ 2.845,26. Expliquei a ela que o valor devido era de R$ 660,00 e não pagaria aquele valor cobrado. Poderia me ligar todos os dias. Não aceitaria nunca aquele valor. Até que em outra ocasião ela ofereceu um valor um pouco mais abaixo. Não me recordo exatamente qual, mas ainda não era o ideal; o justo. Para acabar com aquelas negociatas, abri meu coração para Suzana:</p>
<p><em>- Se você gerar um boleto de R$ 700,00, pagarei à vista.</em></p>
<p>E a adorável Suzy respondeu surpresa:</p>
<p><em>- Jura, senhor? Ok. Entrarei em contato com minha supervisora e lhe retornarei o mais breve possível. Um bom dia.</em></p>
<p>Como já estávamos em 2008 e o valor cobrado era de 2005, imaginei que R$ 40,00 de juros era algo bem aceitável. Menos de 10% de aumento no valor total. Pensei que nunca mais receberia um telefonema da pontual Suzy, mas, no dia seguinte, ela me retornou avisando que o valor foi aceito e solicitando meu e-mail para enviar o acordo, juntamente com o boleto.</p>
<p><em>- Senhor, este valor de R$ 700,00 deve ser pago até o dia 15 de setembro próximo. Do contrário, o acordo não terá mais validade.</em></p>
<p><em>- Ok, Suzana. E, depois de pago, quanto leva para a retirada de meu nome dos serviços de proteção ao crédito</em> &#8211; respondi retruncando.</p>
<p><em>- No máximo 5 dias úteis.</em></p>
<p>E eu, obviamente, acreditei. No dia marcado, realizei o pagamento do boleto e enviei o comprovante por e-mail para a querida e eficaz Suzana que, por sua vez, respondeu serelepe informando:</p>
<p><em>Bom dia!</em></p>
<p><em>Venho informar que o pagamento já consta no sistema.</em></p>
<p><em>Grata pela confirmação do pagamento (via e-mail)</em></p>
<p><em>Dúvidas à disposição,<br />
Atenciosamente,</em></p>
<p><em>Suzana</em></p>
<p>Excelentes notícias. Corri para a folhinha do calendário para fazer as contas. Paguei no dia 15, no dia 16 já constava no sistema&#8230; 5 dias úteis&#8230; dia 23! Sim, claro. Pelas minhas contas, no dia 23 de setembro tudo já estaria resolvido. Dei uma semana de lambuja para o processo de retirada que, segundo a eficiente Suzy, era &#8220;simples e descomplicado&#8221;. Somente no dia 30 realizei a verificação. E, para minha surpresa &#8211; ou não? -, meu nome lá ainda estava.</p>
<p>Primeiramente, pensei que pudesse ser algum problema com o serviço do <a title="CCFácil - Consulta Serasa Online" href="http://www.ccfacil.com.br/" target="_blank">CCFácil</a>. A atualização da base deles poderia ser semanal ou mensal. Mas informaram que a consulta é diretamente na base da Serasa. Entrei em contato com a prestativa CreditOne. Ninguém conseguia realizar uma transferência para a simpática Suzana e todos com que falei disseram que era estranha a situação, que o nome não deveria mais constar em nenhuma base de dados de proteção ao crédito por conta deste problema.</p>
<p>Na oitava ou nona ligação pediram que entrasse em contato com a Credicard. Liguei para esta renomada empresa que pediu para que eu ligasse para o &#8220;Serviço Especial de Atendimento a Cobrança&#8221;. Enquanto o polido atendente ditava o número, reconheci aonde ia chegar. Interrompi e perguntei:</p>
<p><em>- Este número, por um curioso acaso, é da CreditOne?</em></p>
<p><em>- Sim, senhor. Eles resolvem este tipo de situação.</em></p>
<p><em>- Mas foram eles que solicitaram que eu entrasse em contato com vocês. O pagamento já foi efetuado.</em></p>
<p><em>- Esta situação somente com eles. Senhor, gostaria de anotar o número do protocolo de atendimento?</em></p>
<p><em>- O atendimento já acabou?</em></p>
<p><em>- Algo mais em que possa ajudar?</em></p>
<p><em>- Não.</em></p>
<p>Depois deste infrutífero diálogo e outras tentativas de resolver por telefone, enviei um e-mail a fugaz Suzana:</p>
<p><em>Suzana, bom dia.</em></p>
<p><em>Meu nome ainda consta como devedor no Serasa. Você saberia informar em quanto tempo haverá esta atualização?</em></p>
<p><em>Seguem dados da consulta realizada:</em></p>
<p><em>QUANTIDADE: 1<br />
PERIODO DE: 02/2005 ATE 02/2005</em></p>
<p><em>ULTIMAS OCORRENCIAS (ATE 3):<br />
DATA       NATUREZA     PRACA UF NOME                              VALOR P SUBJ<br />
15/02/2005 CRED CARTAO  SPO   SP CREDICARD            R$          660,00 S N</em></p>
<p><em>P    = PRINCIPAL, </em><em>SUBJ = DIVIDA SUB JUDICE</em></p>
<p><em>Muito obrigado.</em></p>
<p>Isto foi em 29 de outubro de 2008. O pagamento já havia sido realizado há mais de um mês. Um mês! Várias seqüências de 5 dias úteis já haviam acontecido. A solícita Suzana encaminhou o e-mail para sua supervisora operacional, Marcela (nome fictício). Esta nova personagem do nosso drama respondeu ao e-mail no mesmo dia:</p>
<p><em>Boa Tarde,</em></p>
<p><em>O sr. poderia me informar o seu CPF para que eu entre em contato com o Credicard.</em></p>
<p><em>No aguardo,<br />
Marcela.</em></p>
<p>Enfim, respondi no mesmo dia &#8211; em menos de 1 hora &#8211; informando o número do CPF, apesar de ser um dado que eles já possuíam. Não tive mais respostas por um tempo. Tentava falar com Suzana ou Marcela pelo menos 2 vezes por semana. Sempre sem sucesso. E a CreditOne deve utilizar planilha Excel como sistema de atendimento. Não informavam nenhum número de protocolo. O direcionamento do atendente era pedir que o nome dele fosse anotado juntamente com data e hora. Os e-mails também pararam de ser respondidos.</p>
<p>Como sou cliente do Citibank (espero que não mais por muito tempo), tentei até conversar diretamente com o meu gerente de relacionamento. Foi um dos maiores arrependimentos que eu tive. O sagaz senhor Roberto (nome fictício) teve a coragem de dizer que ia ser difícil ajudar em alguma coisa, já que na época no ocorrido a Credicard não possuía nenhum vínculo com o Citibank. Quer dizer, para cobrar o valor devido, o contrato vem escrito que o cartão é &#8220;Credicard Citi&#8221;. Para ajudar em alguma coisa, não existe vínculo. Tá certo, Roberto.</p>
<p>Aquilo havia me revoltado o âmago. Estas empresas não exitam em colocar as pessoas nos serviços de proteção ao crédito. Estava passivo demais. Resolvi entrar com uma ação judicial. Não contra a CreditOne, mas contra a Credicard. Ela que escolheu que empresas iriam &#8220;resolver&#8221; seus &#8220;problemas&#8221; de cobrança. Reuni todos os e-mails trocados com as funcionárias da CreditOne, juntamente com o comprovante de pagamento e o documento com o acordo entre as partes. Criei a petição inicial e fui até o Juizado Especial Cível, antigo Juizado de Pequenas Causas. Todo o processo foi bem rápido. No dia 5 de novembro, o <a title="Juizado Especial Cível - Processo Número 2008.001.362853-1" href="http://srv85.tj.rj.gov.br/consultaProcessoWeb/consultaProc.do?numProcesso=2008.001.362853-1&amp;FLAGNOME=S&amp;tipoConsulta=publica&amp;back=1" target="_blank">processo número 2008.001.362853-1</a> estava pronto. Alguns dias depois e já havia data para audiência: 19 de março de 2009. Próxima quinta-feira.</p>
<p>Em tempo: meu nome saiu dos serviços de proteção ao crédito em fevereiro passado. Mais de 5 meses depois do pagamento efetuado. Penso que talvez possa ter ouvido errado. Mas 5 dias úteis nem rima com 5 meses. Enfim, o que importa é que quinta-feira, o Davi aqui pega o Golias. Espero que Golias não amarele nem tente de artifícios sórdidos para evitar a perda da causa.</p>
<p>E se você acha que acabou, está muito enganado. Ainda há outros problemas enfrentados pelo cidadão comum. Esta &#8220;parte 3&#8243; deve ser interpretada como &#8220;parte 3 de 50&#8243;. Ou algo próximo a isso.</p>
<p><strong><em><a title="A difícil tarefa de ser um cidadão comum - parte 4" href="http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-4/">continua&#8230;</a></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 2</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 14:59:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Continuação do tópico A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 1
Dito e feito. Meu nome fez sua estréia na base de dados da Serasa em 2005, no dia 15 de fevereiro para ser mais exato. Estava sendo cobrado por um valor de R$ 660,00 pela Credicard. Como havia algumas pequenas compras parceladas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Continuação do tópico </em><a title="A difícil tarefa de ser um cidadão comum - parte 1" href="http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-1/" target="_blank"><em>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 1</em></a></p>
<p>Dito e feito. Meu nome fez sua estréia na base de dados da Serasa em 2005, no dia 15 de fevereiro para ser mais exato. Estava sendo cobrado por um valor de R$ 660,00 pela Credicard. Como havia algumas pequenas compras parceladas, imagino que o valor fosse este mesmo. Mas como nada na vida é fácil, começaram a chegar faturas de R$ 2.000,00 para saldar a dívida e retirar o nome dos serviços de proteção ao crédito. Ligando para o atendimento da Credicard, era informado que havia incidência de juros no valor devido. Em 3 meses, a minha dívida aumentou mais de 300%. Tentei alegar que só queria cancelar o cartão para perder o vínculo com a Editora Três, que se fosse para pagar o que eu realmente devia, pagaria. R$ 660,00 é bem diferente de R$ 2.000,00. Não adiantou.</p>
<p>Foi quando a Credicard parou de atender minhas chamadas. Deveria ligar para um outro número, referente ao &#8220;setor de cobranças especiais&#8221;. Que nada mais era que a terceirização da atividade de cobrança de devedores pela empresa <a title="Zanc - Assessoria Nacional" href="http://www.zanc.com.br/" target="_blank">Zanc</a>. Um verdadeiro modelo a ser seguido por quem quer manchar sua marca junto ao cliente. Agiotas possuem mais sensibilidade no relacionamento com clientes. O nível de desrespeito com o qual eu era atendido me dava a sensação de ter entrado para o crime. Não querem ajudar na resolução do problema. Não querem entender a situação como um todo. Possuem somente um direcionamento: cobrar o pagamento, custe o que custar. E só possuem 3 informações do cliente: valor devido, nome e telefone. Mais nada.</p>
<p>O que causou uma maior irritação foi quando os &#8220;profissionais qualificados e treinados constantemente&#8221; passaram a deixar recados na casa de meus pais e no meu trabalho. Os recados não eram algo como:</p>
<p><em>- Por gentileza, peça que ele entre em contato conosco. Tenha um bom dia, obrigado.</em></p>
<p>Mas, sim:</p>
<p><em>- Avisa ele aí que a conta já tá batendo em quase R$ 4.000,00 e, se não pagar, vai ficar ruim.</em></p>
<p>E isso não é dramatização. Alguns colegas de trabalho chegaram a pensar que estava mesmo envolvido com agiotas. Passei a ignorar as ligações. Não queria esquentar a cabeça. Junto com as ligações, passei a ignorar as sensacionais &#8220;cartas de acordos&#8221;: R$ 2.780,00; R$ 3.600,00; R$ 4.800,00; 7.320,00; 12.900,00. Tudo isso em cerca de 1 ano. Se meu salário acompanhasse esta mesma tabela de progressão, acredito que hoje eu ganharia mais que um deputado federal e estadual juntos &#8211; sem caixinha, só somando o salário dos dois mesmo.</p>
<p>As cartas pararam de chegar quando mudei de bairro. O nome continuou na Serasa, para quem quisesse ver. Os contatos telefônicos da <a title="Zanc - Assessoria Nacional" href="http://www.zanc.com.br/" target="_blank">Zanc</a> cessaram quando mudei de operadora de telefone. Mantive o número antigo como pré-pago, mas ficava desligado. Como também não trabalhava mais no mesmo lugar, os simpáticos atendentes não mais me encontraram. Parecia ser o início de uma vida feliz. Estava disposto a esperar a expiração do cadastro, que imaginava ocorrer em 5 anos.</p>
<p>A alegria não durou muito. Eles me encontraram. Na verdade, por culpa minha. Ao esquecer o celular em um táxi, aproveitei para cancelar os serviços da operadora de telefonia, pois não estava satisfeito. Voltei a utilizar o antigo número. No dia seguinte a ativação de um plano de conta &#8211; sim, no dia seguinte &#8211; já estavam em contato de novo. Perguntei-me por quanto tempo continuaram tentando falar comingo naquele antigo número. Foram quase 3 anos sem utilizá-lo. Bom, o que interessa é estavam em contato novamente. Desta vez, não era a <a title="Zanc - Assessoria Nacional" href="http://www.zanc.com.br/" target="_blank">Zanc</a>. Era a <a title="CreditOne" href="http://www.creditone.com.br/" target="_blank">CreditOne</a>. Mais gentis do que os agiotas da <a title="Zanc - Assessoria Nacional" href="http://www.zanc.com.br/" target="_blank">Zanc</a>, mas, ainda assim, cobrando um valor bem acima do devido. Para ser mais exato: R$ 2.845,26. </p>
<p>Para este novo contato, da <a title="CreditOne" href="http://www.creditone.com.br/" target="_blank">CreditOne</a>, resolvi que acabaria de vez com o problema. Entraria no jogo e toparia qualquer acordo que não fosse desumano demais e que coubesse no meu bolso. Mas deveria ser justo. Tanto para mim, quanto para a Credicard que, mal ou bem, ficou sem receber um miserê realmente devido.</p>
<p><strong><em><a title="A difícil tarefa de ser um cidadão comum - parte 3" href="http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-3/">continua&#8230;</a></em></strong></p>
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		<title>Sexta-feira 13 macabra</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 13:50:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[10:02] Sexta-feira 13. E não começou muito bem. A primeira tentativa de beber um cafezinho foi assustadoramente frustrada&#8230;
[13:19] Depois do incidente do café, minha senhora envia um SMS: &#8220;O relógio do metrô está marcando 13:13&#8243;. Tentei contato, mas está dando fora de área. Continuarei tentando&#8230;
[13:25] Consegui falar com ela. Sã e salva.
[13:29] Mas a maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>[10:02]</strong> Sexta-feira 13. E não começou muito bem. A primeira tentativa de <a title="Cafezinho macabro..." href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/03/sextafeira13-cafemacabro.mp4" target="_blank">beber um cafezinho</a> foi assustadoramente frustrada&#8230;</p>
<p><strong>[13:19]</strong> Depois do incidente do café, minha senhora envia um SMS: &#8220;O relógio do metrô está marcando 13:13&#8243;. Tentei contato, mas está dando fora de área. Continuarei tentando&#8230;</p>
<p><strong>[13:25]</strong> Consegui falar com ela. Sã e salva.</p>
<p><strong>[13:29]</strong> Mas a maior de todas as tragédias aconteceu: não consegui lembrar senha do ticket-refeição. Muito estranho. Algo que uso todos os dias.</p>
<p><strong>[14:52] </strong>Ok. Isto está começando a me assustar de verdade. Por curiosidade, fui ver se tinha algo sobre a sexta-feira 13 na minha coleção de 1GB de e-mails na conta do Gmail. Adivinhem <a title="Ocorrências de 'sexta-feira 13' no Gmail" href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/03/gmail-sexta-feira-13.jpg" target="_blank">quantas ocorrências</a> existem&#8230;</p>
<p><strong>[15:23]</strong> Começo a achar que algo de muito ruim está para acontecer. Visitei a página de estatísticas do <a title="Google Analytics" href="http://www.google.com/analytics/pt-BR/" target="_blank">Google Analytics</a> para o site e, até o momento, foram <a title="13 visitas únicas nesta linda sexta-feira 13..." href="http://picciani.com.br/wp-content/uploads/2009/03/analytics.png" target="_blank">13 visitantes únicos</a>. <strong>13</strong>!!!</p>
<p><strong>[15:26]</strong> Peço a gentileza de ignorarem as &#8220;tetas&#8221; da imagem do relato anterior. Estas tetas estão me perseguindo&#8230;</p>
<p><strong>[15:59]</strong> Pode ser que algo de bom ainda aconteça hoje. Lula está em pleno <a title="Lula embarca para encontro com Obama nos EUA" href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1041782-5601,00-LULA+EMBARCA+PARA+OS+EUA+PARA+SE+REUNIR+COM+OBAMA.html" target="_blank">vôo para os EUA</a>. Encontro com Obama. Às vezes, a felicidade está atrelada a tragédia de outros. Vamos torcer.</p>
<p><strong>[17:59]</strong> A tensão está aumentando entre China e EUA. Ainda está em tempo para destruir o mundo nesta sexta-feira 13 macabra. É só um botãozinho.</p>
<p><strong>[18:29]</strong> E parece que será uma longa noite também: <em>&#8220;maldita&#8230; escovei os dentes com hipoglós&#8221;</em> &#8211; relato curto e direto de minha querida senhoria via Google Talk.</p>
<p><strong>[18:50]</strong> Trovoadas fantasmagóricas têm início.</p>
<p><strong>[18:55]</strong> Quem tinha acabado de sair do trabalho e usou a sensatez, retornou. Quem usou a coragem, está boiando por aí.</p>
<p><strong>[19:02]</strong> A cooperativa de táxi informa: <em>&#8220;Senhor, não estamos conseguindo comunicação com nossas viaturas. O senhor aguarda?&#8221;</em> &#8211; já imaginando aquela quantidade de taxistas mortos pelas ruas, repondi: <em>&#8220;Não&#8230; Tentarei minha sorte sozinho. Obrig&#8230;&#8221;</em> &#8211; não consegui terminar a frase devido a um trovão maquiavélico e uma rápida queda de luz.</p>
<p><strong>[19:09]</strong> Penso se Lula chegou em segurança nos EUA. Ou será que ainda não chegou?</p>
<p><strong>[19:18]</strong> A chuva começa a diminuir. Acredito que o nível da água das ruas alagadas deva descer.</p>
<p><strong>[20:33] </strong>Depois de 139 táxis ocupados, apareceu um vazio. Pude ir para casa apreciando a alagada paisagem do Rio e os sinistros relâmpagos que visitavam a cidade.</p>
<p><strong>[23:15] </strong>Para fechar o dia macabro, nada como assistir a um filme pastelão, para não ter que pensar muito. Relaxar a cabeça. O Telecine Premium exibiu Espartalhões, sátira sobre os 300 de Esparta e outros filmes. O filme gira em torno de 13 guerreiros&#8230; Ah, bicho. Vou dormir.</p>
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		<title>A difícil tarefa de ser um cidadão comum &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[7 dias. É o tempo que falta para uma batalha no melhor estilo Davi e Golias. A diferença é que o Davi de nossa história é ainda mais mirrado que o original, enquanto Golias, é absurdamente mais forte. Estamos falando da briga de um cidadão comum contra uma das maiores e imponentes instituições financeiras do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>7 dias. É o tempo que falta para uma batalha no melhor estilo Davi e Golias. A diferença é que o Davi de nossa história é ainda mais mirrado que o original, enquanto Golias, é absurdamente mais forte. Estamos falando da briga de um cidadão comum contra uma das maiores e imponentes instituições financeiras do mundo: o Citibank. Ok, não é mais tão imponente assim. E já está deixando o clube das maiores. Está bem capenga para dizer a verdade. Mas ainda assim, é um Golias para nosso Davi.</p>
<p>A briga acontecerá no próximo dia 19 de março, quinta-feira da próxima semana. O palco será o Cartório do 4º Juizado Especial Cível, no Catete e, como acontecia no Velho Oeste, ao meio-dia. Sim, eu sei. O Velho Oeste nada tinha a ver com o cenário que comecei a montar com Davi e Golias. Mas não sei que horas foi o confronto dos dois e sempre quis usar &#8220;Velho Oeste&#8221; em algum texto. Continuemos.</p>
<p>Tudo começou em 1999. Recebi um cartão de crédito Mastercard pela Credicard. Isto foi um brinde, ganho por ter feito uma assinatura da revista IstoÉ. Alguns anos depois, em 2004, recebia a revista, mas não tinha mais tempo para sua leitura. Solicitei o cancelamento. E o parto de bode teve início&#8230;</p>
<p>As sempre &#8220;simpáticas&#8221; e &#8220;bem-humoradas&#8221; atendentes da Editora Três, responsável pela publicação da revista, alegavam que como estávamos no início do ano não podiam realizar o cancelamento. Eu deveria esperar a chegada do mês de outubro, que seria a ocasião correta para avisar que não gostaria mais de receber a revista. Cheguei a receber a desculpa que &#8220;nem o sistema aceita que eu faça isso agora, senhor&#8221;. Ah, se eu descubro a consultoria que fez esse sistema deles&#8230; Enfim, compreensivo que sou, esperei outubro chegar. E ele chegou.</p>
<p>Quando aquele maldito mês era a folhinha atual do calendário, retornei a ligação para solicitar o cancelamento à Editora Três. Obviamente, sem sucesso. Por meia dúzia de vezes, me disseram que a assinatura estava cancelada. Mas continuei recebendo a revista e pagando por ela. Voltei a reclamar. Continuei pagando pela revista mas agora sem recebê-la. Considerei um progresso. Só precisava agora não ter mais que pagar. Parto de paquiderme. Com gravidez de risco.</p>
<p>A Credicard afirmava que não havia recebido nenhuma ordem de cancelamento da Editora Três. Esta, por sua vez, informava que não havia recebido nenhuma solicitação de cancelamento da minha parte. E eu passei a pagar por um produto que não mais chegava em minhas mãos. Lindo. Retrata o funcionamento de muitas coisas daqui do Brasil.</p>
<p>Passei um tempo pagando a fatura sem o valor referente a assinatura da revista. Em paralelo, tentava realizar o cancelamento. Sempre em vão. Foi quando tive uma visionária idéia: cancelar o cartão. Sem cartão, a Editora Três não pode me cobrar nada. Sensacional! Confesso que me senti um gênio enquanto orgasmava com a idéia que tive. Liguei para realizar o cancelamento do cartão&#8230; Resumidamente, foi mais ou menos assim:</p>
<p>[Picciani] &#8211; Gostaria de cancelar meu cartão.</p>
<p>[Atendente] &#8211; Senhor, seu cartão não pode ser cancelado sem a quitação dos valores em aberto.</p>
<p>[Picciani] &#8211; Ok. Peço que separe o que for da Editora Três. Pagarei a diferença do total com este valor.</p>
<p>[Atendente] &#8211; Senhor, a quitação deve ser total.</p>
<p>[Picciani] &#8211; Os gastos com a Editora Três eu não reconheço como meus. Já solicitei o cancelamento do serviço e continuo sendo cobrado. E sem receber.</p>
<p>[Atendente] &#8211; Senhor, entendo, mas a quitação deve ser total.</p>
<p>[Picciani] &#8211; Se você entendesse, não repetiria a mesma coisa.</p>
<p>[Atendente] &#8211; Senhor, para prosseguirmos com o cancelamento, precisamos quitar todos os valores em aberto.</p>
<p>[Picciani] &#8211; Caso eu não pague minha fatura nunca mais, vocês vão cancelar meu cartão?</p>
<p>[Atendente] &#8211; Senhor, há um período máximo em que a fatura pode ficar em aberto. Os serviços podem ser cortados em caso de falta de pagamento. E, dependendo do período em aberto, o cartão pode ser cancelado.</p>
<p>[Picciani] &#8211; Ótimo. Não pagarei. Assim vocês cancelam.</p>
<p>[Atendente] &#8211; Senhor, também pode ocorrer a inclusão de seu nome em serviços de proteção ao crédito.</p>
<p>E o imbecil aqui respondeu:</p>
<p>[Picciani] &#8211; Ah, é? Inclua! Pode incluir até no meio do seu **! Seu filho da ****! Vai se *****! </p>
<p>[Atendente] &#8211; Senhor, peço que se acalme&#8230;</p>
<p>[Picciani] &#8211; Vai pedir calma pra **** da sua mãe! Aquela ******! *****!!!</p>
<p>Ok&#8230; Isso foi somente uma dramatização. O que na verdade foi dito:</p>
<p>[Picciani] &#8211; Tudo bem. Depois que resolver toda essa confusão eu tiro meu nome de lá. Obrigado.</p>
<p>[Atendente] &#8211; Algo mais em que possa ajudar, senhor?</p>
<p>[Picciani] &#8211; Não, obrigado.</p>
<p>[Atendente] &#8211; A Credicard agradece sua ligação. Tenha um bom dia.</p>
<p>[Picciani] &#8211; Você também.</p>
<p>&#8220;Depois que resolver toda essa confusão eu tiro meu nome de lá&#8221;. Onde que eu estava com a cabeça?</p>
<p><em><strong><a title="A difícil tarefa de ser um cidadão comum - parte 2" href="http://picciani.com.br/2009/03/cotidiano/a-dificil-tarefa-de-ser-um-cidadao-comum-parte-2/">continua&#8230;</a></strong></em></p>
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		<title>Salário de estagiário, exigência de profissional</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Picciani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem todas as empresas dão o devido valor aos seus estagiários e algumas nem mesmo sabem que estes não devem ser tratados apenas como mão-de-obra barata.
Atire a primeira pedra o profissional de TI que nunca pensou: &#8220;Bem que podiam contratar um estagiário pra terminar essas tarefas mais mecânicas e chatas que não exigem muito da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem todas as empresas dão o devido valor aos seus estagiários e algumas nem mesmo sabem que estes não devem ser tratados apenas como mão-de-obra barata.</p>
<p>Atire a primeira pedra o profissional de TI que nunca pensou: &#8220;Bem que podiam contratar um estagiário pra terminar essas tarefas mais mecânicas e chatas que não exigem muito da minha criatividade&#8230;&#8221;. Nem todos enxergam o valor que um estagiário, futuramente, pode agregar a uma empresa. Um estagiário precisa ser visto não só como uma mão-de-obra barata ou alguém que pode sempre levar a culpa quando as coisas não dão certo. Ele precisa ser visto como um futuro profissional da empresa e que está em processo de &#8220;lapidação&#8221;.</p>
<p>É claro que não são todas as empresas que possuem essa visão errônea do que é um estagiário. As micro e pequenas empresas possuem uma tendência maior a incorporar estagiários para realizar certas tarefas com o intuito de economizar (financeiramente). As grandes empresas já possuem a filosofia de garimpar em seus programas de estágios e trainees seus futuros gerentes, diretores e executivos. As maiores corporações do mundo procuram traçar o perfil de cada estagiário para construir um plano de carreira e saber onde cada um poderá ser melhor aproveitado caso seja efetivado.</p>
<p>Navegando pela internet nos websites de emprego ou mesmo dando uma lida no jornal de domingo, é muito comum encontrar anúncios na área de tecnologia da informação om o seguinte formato: &#8220;Vaga para estagiário cursando ciência da computação ou correlatas (4º período em diante) com sólidos conhecimentos de Visual Basic, ASP, SQL, PHP, MySQL, JavaScript, HTML, DHTML, desejável Oracle. 8 horas/dia. Bolsa de R$ 300,00 + vale-transporte&#8221;. Um estudante do 4º período de Ciências da Computação que não possua um 2º grau técnico na área ou cursos de extensão não possui &#8220;sólidos conhecimentos&#8221; em nada disso. Toda a sua experiência com estas tecnologias são acadêmicas. Muitas empresas procuram contratar um universitário para estágio já querendo experiência em projetos anteriores.</p>
<p>O que está faltando entrar na cabeça de alguns é que o estágio é parte integrante do aprendizado. É justamente a iniciação profissional da maioria dos universitários. Algumas empresas precisam ter consciência de que o estagiário está lá para aprender e colocar em prática todo o embasamento teórico com qual foi bombardeado desde sua entrada na universidade.</p>
<p>Todas as ações de um estagiário dentro de uma empresa devem ser monitoradas de perto por alguém com experiência e maturidade suficiente para guiá-lo, sempre prestando suporte técnico e profissional.</p>
<p>Quando a mentalidade de que o início do percurso profissional é criado pela empresa e descobrir as melhores formas de cruzá-lo é tarefa do estagiário, o ingresso e o crescimento dos profissionais de tecnologia será muito menos penoso e muito mais produtivo.</p>
<p> </p>
<p><em>Em 2001, último ano da faculdade de Tecnologia em Processamento de Dados, escrevi o texto acima falando sobre estagiários. Retratava a situação da maioria dos meus colegas de classe. Após 2 anos, o texto continuava a ser uma triste realidade e foi publicado por alguns sites de tecnologia e carreira.</em></p>
<p><em>Ano atual: 2009. Informação sobre tudo ao alcance de todos. Mas, infelizmente, com exceção das tecnologias exigidas, o conteúdo do texto continua atual. </em></p>
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